Povo em Pé

Projeto Moeda Dourada
Empresa 13:20

Mae terra, por Malu Kluwe

Imagem da artista Malu Kluwe

E os homens que ocupam altos cargos
São os que devem começar
A moldar uma nova realidade
Mais próxima do coração
Mais próxima do coração

É com marcada emoção que apresentamos nosso projeto social, um sonho em realização.

A partir do mês de agosto/2020, até o mês de julho/2021, (um ano), o Povo em Pé estará apurando seu resultado mensal, em regime de caixa e, antes da distribuição de lucros para os sócios, estará separando 20% do lucro líquido para o projeto Moeda Dourada. Ao final desse período e, a partir dele, o total desses 20%, será dividido em 13 partes e distribuído para um ou mais beneficiários a cada 28 dias, totalizando um ciclo solar lunar de 364 dias.

Ao executarmos este simples e abundante projeto, pretendemos ser um farol luminoso e assim tocar a consciência de outros empreendedores, fomentando questionamentos sociais construtivos.


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Abaixo expomos alguns pontos importantes e convidamos você a conhecer mais a fundo nossas motivações.

👉 Existe uma enorme e crescente concentração de renda no topo da pirâmide social. Os recursos materiais e financeiros na ponta da pirâmide são suficientes para prover todos os seres humanos, com 3 refeições diárias. Entendemos ser a fome estabelecida hoje, matematicamente ilógica e humanamente bizarra. Certamente é o paradigma de necessidades infinitas em um mundo finito, reinante em uma sociedade materialista, que força a conta matemática a não fechar e ser determinante para a desumana concentração de renda.

😏 E por que acreditamos que este paradigma estabelecido e que parece impossível de mudar, está nos levando ao colapso?

📐 Porque nossa civilização utiliza um instrumento para medir o tempo, que não tem suas unidades de medidas iguais. Simples assim. Usamos um calendário de meses irregulares, com diferentes durações entre eles.

Para entender melhor, é como usar uma trena com centímetros de diferentes tamanhos. Ao contarmos nosso tempo de forma irregular, afetamos nossa mente com padrões em desarmonia. Assim, tanto as tomadas de decisões, quanto os resultados, ficam comprometidos pela irregularidade tanto dos centímetros como dos meses, e o produto nunca é harmônico.

🎼 Pense na harmonia de uma partitura.

📆 O calendário gregoriano é um instrumento de medição ilógico e irregular! Usando um instrumento de medida com unidades irregulares, somente podemos criar irregularidades e distorções.

Percebemos o tempo com a mente, os instrumentos de tempo usados estabelecem ordens mentais apropriadas a eles. Ao usarmos o irregular calendário gregoriano, criamos uma ordem mental irregular e distorcida, tal qual nossa sociedade. É como criar uma ordem social sobre uma base duvidosa que origina formas sociais dissonantes e que nunca lograrão harmonia.

Atingimos um alto grau tecnológico e ainda temos pessoas passando fome no planeta. Essa contradição, assim como guerras, desmatamento, envenenamento do ar, das águas, da terra e das pessoas, são essas formas-pensamento sociais dissonantes.

🌳 O Povo em Pé quer ser um bom exemplo, para que outras empresas também usem sua liberdade e livre iniciativa para realmente socializarem seus lucros, independente de quaisquer circunstâncias, como sistema tributário vigente ou resultados baixos. Impostos ou resultados caem no paradigma citado acima.

Aqui deixamos algumas perguntas para a reflexão.

  • Qual a real necessidade de se acumular tanta riqueza?
  • Por que quanto mais se tem, mais se quer?
  • O acúmulo traz satisfação e felicidade reais?
  • É confortável e seguro estar no topo de uma pirâmide, mesmo com um problema ambiental que cresce na medida que a concentração de renda aumenta?
  • Ver ou saber seu semelhante sofrendo com a desigualdade e ser um acumulador de riquezas materiais é saudável?

😷 A pandemia estabelecida no início de 2020, acentuou o debate sobre uma renda básica universal. Nós do Povo em Pé entendemos que nunca houve e provavelmente nunca haverá emprego para todos, sendo assim, não vamos esperar que esta distribuição aconteça e, mesmo que venha a acontecer, o que achamos imprescindível e viável, com o projeto Moeda Dourada, vamos demonstrar que, de uma forma simples, justa e direta, R$1,00 vai valer R$1,00 e, com efeitos imediatos pode-se acabar com a miséria.

Entenda bem como funciona

Após o período de um ano, acumulando os 20% de lucro líquido mensal, o Povo Em Pé escolherá um ou mais beneficiários, que receberão um cartão bancário para, a cada 28 dias, sacar uma décima-terceira parte do valor total.

Aqui uma simulação com números para exemplificar: em agosto de 2020 o Povo em Pé tem uma receita de R$ 15.000,00, despesas (com funcionários, água, luz, impostos, contador, etc.), de R$ 12.000,00. O resultado positivo (lucro) desse mês é de R$ 3.000,00. Vinte por cento (R$ 600,00) é separado e colocado em alguma aplicação e assim sucessivamente é feito até julho de 2021. O total acumulado desses 20% no final do período de um ano, digamos que seja de R$ 6.500,00. O beneficiário terá direito a um saque de R$ 500,00 a cada 28 dias.


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Este é o "Dinheiro Dourado"! Sugerimos ver sobre, no site de Joan Melé

E por que escolhemos o valor 20% para socializar?

O projeto é muito simples e traz junto uma mudança de paradigma em relação ao lucro. Talvez seja um paradoxo mas, o Povo em Pé, usando de sua liberdade e também de sua livre iniciativa, está se tornando "comunista". Firmamos 20% do lucro (independente do sistema tributário em vigor), para prover recursos que gerem uma massa crítica que realmente faça a diferença na base da pirâmide e que mexa na psique do topo.

As pessoas precisam trabalhar o desapego ao mesmo tempo que se abrem para ter uma mentalidade de abundância. Os milionários e bilionários tem essa abundância e naturalmente os mais pobres possuem mais facilidade na atitude desapegada. Socializando 20% dos lucros diretamente, estaremos trabalhando questões a nível individual e coletivo.

Existem estudos que mostram que programas de transferência de renda têm a capacidade de promover o crescimento da economia.

Aqui não será diferente e, o ato de compartilhar o lucro, será de uma forma mais intensa e principalmente amorosa. O Povo Em Pé não está no topo da pirâmide social e nunca estará. O anseio é, com a repercussão de seu exemplo, atingir aos que estão neste patamar e de forma atrativa e por motivos matemáticos óbvios, beneficiar a base que sustenta o todo.

Algumas quebras de paradigmas podem se resumir no entendimento de que compartilhamento não é imposto e sim um ato da livre e espontânea vontade e iniciativa.

E o que é a empresa 13:20?

O Povo Em Pé está operacionalizando dentro do sistema vigente, a relação 13:20, ou seja. ano de 13 meses e compartilhamento de 20% do excedente.

Esta ordem numérica 13:20, tem um significado profundo e um tanto complexo. Entretanto vale entender o raciocínio que nos motiva e ele está fundamentado no Tempo Natural.

De acordo com os Maias (povo pré-colombiano que habitou a região da Mesoamérica e é conhecido por ter sido uma das mais sofisticadas civilizações pré-colombianas), e seu calendário sagrado - o Tzolkin, uma matriz de 260 unidades (13x20) e também sua perfeita matemática vigesimal (base 20), o 13 é a totalidade do Tempo e o 20 a totalidade do espaço biológico.

O 13 pode ser descrito como os 7 tons e os 6 semi-tons do som, e o 20 como as 20 frequências, ou comprimentos da luz.

Naturalmente temos 13 articulações principais (2 tornozelos, 2 joelhos, 2 coxofemorais, 2 punhos, 2 cotovelos, 2 ombros e 1 pescoço) e 20 dedos. Essa é uma relação 13:20 biológica ou espacialmente falando.

Já as Nakshatras, (estrelas fixas das constelações pela ótica da ancestral Astrologia Védica), ao olharmos o mapa sideral, vemos que elas estão dispostas no céu a cada 13'20 graus umas das outras. Essa é a relação 13:20 temporalmente falando.

O tempo como uma força de informação e sincronização, ou Tempo Natural, tem a frequência 13:20, onde Tempo fatorado por Energia é Arte.


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A escolha dos beneficiários terá como critério, alguém que viva abaixo da linha de pobreza, que praticamente não tenha renda e que possa ser classificado como miserável materialmente falando.

Alguns critérios específicos também serão observados e, se dará preferência para mulheres mães de crianças pequenas, que não usem drogas nem álcool. Sabemos que o envolvimento social é necessário e estaremos recebendo auxílio de monitores que já trabalham com classes miseráveis. A empatia e o calor humano, que em certos níveis são mais necessários que o dinheiro, serão importantes e fundamentais nesse processo.

A partir de um ano da implementação deste projeto, nossa contabilidade estará a disposição dos interessados.

Sabemos que acima foram feitas afirmações profundas e, empolgados e agradecidos nos colocamos desde já à disposição de esclarecimentos através do e-mail rafapovoempe@gmail.com

Rafael Turra Pieruccini
Fundador, guardião e administrador do Povo em Pé - Centro de Yoga e Ayurveda

Agradecemos por sua atenção
Amor e União

Mais Amor

E se os recursos que sobem em direção ao topo voltassem para a base da pirâmide, por livre e espontânea vontade do topo? E se esse movimento aumentasse os recursos no topo, mas ao mesmo tempo aumentasse na base, onde a circulação dessa energia fosse fluida e harmônica, numa relação ganha-ganha? Teríamos então a transformação da pirâmide em um toróide, e a sociedade auto-geraria sua energia.